Você sabe que seu talhão tem variabilidade.
A gente sabe o que fazer com ela — antes de ligar a plantadeira.
Diagnóstico, prescrição e acompanhamento — do laboratório até o monitor ISOBUS da sua máquina.
Coleta georeferenciada por RTK em grid de até 1 ponto/ha. Cada amostra vai ao laboratório e volta como mapa — pH, P, K, Ca, Mg, V%, CTC, MO e micronutrientes plotados zona por zona via interpolação Kriging. Você enxerga o solo como ele é, não como a média sugere.
Com o mapa em mãos, calculamos a dose exata de calcário, fósforo, potássio e semente para cada zona. Sem dose média que serve de compromisso entre o excesso e a falta. O arquivo ISOBUS sai pronto para o seu monitor John Deere, Case ou New Holland.
A safra começa antes do plantio e termina depois da colheita. Visitamos o campo, voamos o drone para NDVI, monitoramos fitossanidade e ajustamos recomendações em tempo real. Se algo muda, você sabe antes de precisar adivinhar.
Dividir o talhão em zonas de manejo é simplesmente reconhecer o que o solo já diz há anos — e finalmente escutar. Cada zona recebe calcário, fósforo e semente na dose que precisa, não numa média que serve de compromisso entre o excesso e a falta.
O resultado: você para de jogar insumo em solo que não vai responder e começa a investir onde o retorno é garantido.
P-resina, pH-CaCl₂, K, Ca, Mg, V%, CTC, MO e micronutrientes — cada parâmetro tem seu mapa, cada mapa tem sua história. Saber onde o fósforo está abaixo do limite crítico de 20 mg/dm³ muda o custo por saca antes mesmo de você comprar o adubo.
Usamos Krigagem Ordinária — o mesmo método das universidades — porque dose variável sem estatística é só intuição com shapefile.
O ângulo de plantio não é escolhido no olho — é calculado antes. Projetamos as linhas para minimizar manobras de cabeceira, eliminar sobreposição e aproveitar cada metro do talhão.
O arquivo sai em ISO-XML pronto para o monitor — você transfere o cartão e planta. Compatível com John Deere, Case IH, New Holland e AGCO.
O drone sobrevoa e a imagem NDVI revela zonas de estresse antes que os sintomas apareçam visualmente. Déficit hídrico, deficiência nutricional, ataque de praga — cada problema tem assinatura espectral.
Você recebe o mapa georreferenciado, a interpretação agronômica e a recomendação de intervenção — não só a imagem bonita.
Números de clientes reais, safras reais, no Cerrado goiano. Não são projeções — são médias de campo de quatro safras consecutivas com manejo por zona.
Estruturamos seu projeto do zero — análise de viabilidade, documentação técnica e acompanhamento até a liberação. Não deixamos o produtor navegar burocracia bancária sozinho.
Pronamp, Pronaf, Inovagro e linhas para custeio e investimento.
Intermediação com Banco do Brasil, Bradesco e cooperativas do agro goiano.
Fluxo de caixa, capacidade de pagamento e ROI por cenário de preço.
Estruturação de garantias fundiárias e seguro agrícola contra clima.
Engenheiros agrônomos com décadas de solo no Cerrado goiano. Nenhum de escritório.
15 anos entre o campo e o crédito rural. Co-fundador da Solius. Assina o projeto, volta para ver se funcionou — e explica o porquê quando não funciona.
WhatsApp
Especialista em solos do Cerrado. Se tem um perfil de Latossolo Vermelho no Norte Goiano que ele não abriu, ainda não encontramos. Pós-graduado em fertilidade e manejo de solos tropicais.
WhatsApp
10 anos de lavouras de soja no Cerrado, da coleta de solo até o voo de drone. Está onde precisa estar — no talhão, na hora certa, com os equipamentos prontos.
WhatsApp
Converse com a gente — sem formulário, sem enrolação. Só uma conversa sobre o que você quer para a próxima safra.